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Número de mortes no trânsito cai 7% em SP, aponta relatório anual da CET



13 de Abril de 2018 - 14:20 horas / Diário do Transporte

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) apresentou na última quinta-feira (12), o Relatório Anual de Acidentes de Trânsito. Segundo o documento, houve queda tanto no número de mortes no trânsito da capital, como no número de acidentes.

 

O levantamento usa dados próprios da CET, além da Secretaria da Segurança Pública e da rede hospitalar da capital paulista.

 

Números positivos

O número de óbitos no trânsito paulistano caiu 7%: foram 762 casos em 2017, ante 813 casos em 2016.

 

Houve redução também no número de acidentes com vítimas (inclui mortos e feridos), de 16%: foram 13.483 ocorrências em 2017, contra 16.052 em 2016.

 

Apesar de as mortes no trânsito seguirem tendência de queda, o ritmo dessa queda diminuiu: 7% em 2017, contra 13% em 2016 e 20% em 2015.

 

Além da diminuição do ritmo na queda de óbitos no trânsito, outro dado que chama a atenção é o número de mortes de ciclistas, que aumentou: subiu de 30 em 2016, para 37 no ano passado.

 

Já as motocicletas estiveram envolvidas em 8 mil acidentes em 2017, o que representa quase a metade (49%) do total de ocorrências com vítimas. Foram 311 mortes de motociclistas, 39% do total.

 

Sobre a diminuição no ritmo de queda da letalidade do trânsito da capital, o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, João Octaviano, afirmou em coletiva nesta quinta-feira que, por ser “desafiadora”, será necessário “um refinamento das ações já tomadas para reduzir os acidentes”. Octaviano afirmou que já foram implantadas iniciativas de mais impacto em algumas regiões da cidade, que produziram bons efeitos.

 

O exemplo apontado é o da campanha “M’Boi Segura”, decorrente de um conjunto de ações de sinalização do trânsito e fiscalização de veículos realizada por uma série de organismos, como a própria CET, a Polícia Militar e a SPTrans. A Estrada do M’Boi Mirim liderava o ranking de acidentes de trânsito na capital. O sucesso, segundo Octaviano, pode ser medido pelo resultado: 22 mortes em 2016, contra 7 no ano passado, redução de 68%.

 

Octaviano anuncia agora que o programa será estendido este ano para as Avenidas Carlos Caldeira Filho, Belmira Marin, Teotônio Vilela e Estrada de Itapecerica (na zona sul), além da Avenida Celso Garcia (na zona leste). Todas essas vias figuram no ranking de maior acidentalidade na capital.

 

A Marginal do Tietê, no entanto, ainda segue como a “campeã” dos acidentes na cidade, tanto no número de mortes (8), como no de acidentes (235).

 

Dados são positivos

De 2013 a 2017 os números da acidentalidade do trânsito da capital têm seguido uma tendência geral de queda.

 

O número total de acidentes, por exemplo, vem caindo de forma consistente: 31.093, em 2013, para 28.618 em 2014, 24.260 em 2015, 19.235 em 2016 e 16.252 em 2017.

 

O número de pedestres mortos no trânsito da capital também tem caído: 514 (2013), 555 (2014), 419 (2015), 343 (2016) e 331 (2017).



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