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Bancos criam sistema para pagar pedágio, estacionamento e postos
11 de Maio de 2018 - 14:28 horas / Correio Braziliense

O Bradesco e o Banco do Brasil anunciaram, na última quarta-feira (9) o lançamento, por meio da Alelo, controlada pelas duas instituições financeiras, da Veloe, solução de pagamentos eletrônicos para transporte. O sistema estará disponível aos consumidores a partir do mês que vem e permitirá o pagamento em pedágios, estacionamento e postos de combustível.

 

Os pedágios do Rio e de São Paulo estarão integrados já na primeira etapa. Até o fim de ano, devem entrar no sistema todas as principais rodovias do país, incluindo as que ligam o Distrito Federal ao restante do país. As maiores redes de shoppings brasileiras vão aceitar o pagamento desde o início.

 

O presidente da Alelo, Raul Moreira, acredita que a aceitação dos postos será ampla. "A adesão por parte da empresa é simples", disse. Ele aposta também na facilidade para a conquista de clientes, que não precisam ser, necessariamente, clientes dos dois bancos. A assinatura, no caso de pessoas físicas, vai variar entre R$ 4,90 e R$ 19,90, dependendo do número de veículos a serem vinculados à conta. Ao fazer o contrato, o usuário recebe pelo correio tags na forma de um adesivo que é colado no vidro do carro. E pode vincular o pagamento da fatura ao cartão de crédito.

 

"Nosso potencial de crescimento é muito grande", afirmou o Marcelo Noronha, vice-presidente do Bradesco, instituição que mantém a parceria como BB há 20 anos para soluções de pagamento. "Os dois bancos não entram em um segmento do mercado para ter uma participação marginal", reiterou Marcelo Labuto, vice-presidente do BB.

 

No ano passado houve, 1,8 bilhão de passagens de veículos por pedágios no país. As empresas de pagamento eletrônico já estabelecidas respondem por 45% desse total, com quatro milhões de tags. A Veloe quer chegar a 1,5 milhão de tags em 2020, abocanhando, principalmente, quem está fora do mercado hoje.

 

O investimento inicial é de R$ 100 milhões e pode chegar a R$ 300 milhões até 2020. Esse valor é equivalente ao que foi pago recentemente por um banco concorrente por metade da propriedade de uma empresa de pagamentos eletrônicos já estabelecida.




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