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Hidrovia Tietê-Paraná paralisada irá aumentar valor do frete de transporte
02 de Junho de 2014 - 03:36 horas / G1 Rio Preto e Araçatuba

A estiagem provoca um grande prejuízo ao transporte hidroviário no estado de São Paulo, principalmente com a navegação na hidrovia Tietê-Paraná sendo suspensa porque não há profundidade suficiente para a passagem das embarcações. O transporte de cargas passa a ser feito por caminhões e, nas rodovias, o valor do frete pode triplicar - e essa conta deve sobrar para o consumidor.


No meio do rio é possível ver as pedras que estavam encobertas pela água. A situação já era delicada, se agravou nesta semana e o Departamento Hidroviário do Estado de São Paulo suspendeu a navegação.


Desde o início do mês, as embarcações têm encontrado dificuldades para passar pela hidrovia na região de Araçatuba (SP). Um comboio carregado com celulose encalhou no trecho que passa por Pereira Barreto (SP). As barcaças que seguiam de Mato Grosso do Sul para Santos (SP) ficaram dias paradas.


Uma operação de emergência chegou a ser feita, como são as chamadas ondas de vazão: as hidrelétricas aumentam a produção de energia e liberam uma grande quantidade de água para elevar e o nível da hidrovia. Com a medida, nove comboios puderam seguir viagem.


O ponto mais crítico é próximo à usina de Nova Avanhandava (SP). A profundidade chega a apenas um metro, e nem as ondas de vazão são suficientes mais para permitir a passagem das barcaças. O calado mínimo (parte da embarcação que fica debaixo d’água) exigido pela navegação é de 2,20 m. Qualquer embarcação que se arriscar a passar pode ficar encalhada.


Uma empresa de transporte de Pederneiras (SP) anunciou o fim das atividades e demitiu 500 funcionários. “Não é possível manter o quadro de funcionários sem saber quando tudo voltará ao normal. Houve uma grande demissão, os fornecedores também, porque com a paralisação do transporte não tem carga e nem descarga”, afirma o engenheiro José Gheller.


O transporte da soja vinda do centro sul do país já tem sido feito pelas rodovias, sendo pelo menos 100 caminhões a mais circulam pelas estradas. Número que deve aumentar ainda mais com o fim da navegação. Para os economistas, a medida vai trazer reflexos para o consumidor. “Alguém vai pagar o preço lá na ponta, e vai ser o consumidor. A situação só não é mais grave porque é um problema local, e não no Brasil inteiro, mas isso vai aumentar os custos”, diz o economista Reinaldo Cafeo.




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