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Setor automotivo registra queda de 23,8% e pressiona indústria nacional, aponta IBGE
04 de Maio de 2016 - 04:25 horas / O Financista

A indústria automotiva sofreu queda de 23,8% em março na comparação com igual mês do ano passado e pressiona os resultados da indústria nacional, que tombou 11,4% no período.

 

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os itens que mais pressionaram o setor foram automóveis, caminhões, autopeças, veículos para transporte de mercadorias, chassis com motor para ônibus e caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques e carrocerias para ônibus e caminhões.

 

A entidade que representa o setor, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), divulgou no mês passado que a produção de autoveículos – que inclui automóveis, caminhões e ônibus – somou 482.290 unidades no primeiro trimestre, despencando 27,8%.

 

Com o resultado, o nível de produção volta ao patamar similar ao de 2004, segundo Luiz Moan, presidente da entidade à época e agora substituído por Antonio Megale.

 

Na ocasião, Moan explicou que a forte redução na produção de veículos está diretamente ligada ao estoque que ainda havia nas fábricas e nas concessionárias de unidades feitas em 2015, com IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) reduzido.

 

Desemprego

 

Como resultado da queda na produção, a indústria automotiva brasileira demitiu 12.342 do seu total de funcionários nos últimos 12 meses até março. O número é equivalente a 8,8% da sua força de trabalho.

 

Em março eram 128.477 trabalhadores, contingente semelhante ao de 2010. Moan destaca que essa diferença mostra que o setor, apesar das demissões, tem excesso de força de trabalho.

 

"Temos um grande contingente de pessoal com redução de sua carga de trabalho, às vezes parcial, às vezes total", explicou Moan durante a divulgação dos dados em abril.

 

Na época havia 38.742 trabalhadores com alguma restrição no trabalho por layoff (suspensão temporária do contrato de trabalho) ou por meio do PPE (Programa de Proteção ao Emprego), no qual há redução parcial da jornada de trabalho e do salário.




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