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Novas praças causarão impacto na economia
22 de Agosto de 2008 - 10:00 horas / Jornal Todo Dia

Na Rodovia SP-332 serão instalados dois pedágios, o que vai encarecer o preço dos transportes A construção de mais três praças de pedágios em Paulínia, Engenheiro Coelho e Monte Mor vai causar impactos na economia regional e estadual. Isso porque as empresas transportadoras serão obrigadas a repassar o aumento dos custos do frete aos consumidores finais. Deve ser uma reação em cadeia na economia. A Região já está cercada por pedágios. Com o início das cobranças já no ano que vem, durante o andamento das obras, o governo deve fechar o cerco às rotas de fuga existentes. O edital de concessão dos cinco lotes de rodovias deve ser publicado até o final deste mês. No lote da Rodovia Dom Pedro I, no qual está inserida a SP-332 (Rodovia General Milton Tavares de Souza) serão construídos sete pedágios no total, além de outras sete praças no lote da Marechal Rondon Leste, no qual está inserida a SP-101 (Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença) - que interliga Campinas, Hortolândia e Monte Mor. Na Região já funcionam pedágios em Nova Odessa (Anhangüera), Sumaré (Bandeirantes), entre Jaguariúna e Campinas (Rodovia Dr. Adhemar Pereira de Barros) e em Engenheiro Coelho (Engenheiro João Tosello). Pelos estudos de viabilidade econômica das concessões divulgados no site da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), serão construídos pedágios nos quilômetros 129 e 169 da SP-332, respectivamente em Paulínia e em Engenheiro Coelho, e no quilômetro 33 da SP-101 (Rodovia Jornalista Francisco Aguirre de Proença), no limite entre Monte Mor e Capivari, próximo do trevo de acesso a Elias Fausto. A análise sobre o impacto econômico é feita por um empresário do ramo de logística e pelos deputados estaduais Antonio Menor (PT), da oposição, e Francisco Sardelli (PV), da base situacionista. O empresário Cláudio Burquim, proprietário da CRD Logística, instalada em Paulínia, avalia que as vias de fuga não são adequadas para o tráfego de caminhões pesados, o que prejudica as vias urbanas, pois há danos na capa asfáltica por causa do intenso tráfego dos caminhões e riscos de acidentes. “A SP-332 tem o pólo petroquímico e várias indústrias químicas. Colocar pedágio ali vai encarecer o custo dos fretes. Vai estourar no consumidor final”, avalia Burquim. Ele reconhece que as rodovias com pedágio são mais conservadas e oferecem mais segurança ao usuário, mas teriam a desvantagem do pagamento da tarifa. Mentor é um crítico aos pedágios. “É evidentemente que a instalação de novos pedágios vai impactar a economia da Região. Esse é o modelo que o governo adotou em todo o Estado para o transporte rodoviário. Não vai haver mais estrada não pedagiada administrada pelo Dersa (Departamento de Estradas de Rodagens S.A.) ou pelas concessionárias”, acredita Menor. Sardelli também é contra a construção de novos pedágios e as terceirizações e privatizações de rodovias, mas reconhece que a concessão aumenta a eficiência da administração das rodovias. “O aumento das praças de pedágio traz aumento para o custo de vida dos trabalhadores e de quem usa as rodovias”, admite Sardelli.


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