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Começam duplicação e pavimentação de rodovias no Maranhão
09 de Janeiro de 2017 - 04:42 horas / DNIT

Alinhado às determinações da Presidência, em relação à priorização das obras de infraestrutura no Nordeste do País, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, cumpriu uma extensa agenda, na quinta-feira (5/1), no Maranhão. Em Bacabeira, interior do estado, o ministro participou da assinatura da ordem de serviço para a duplicação de trecho da rodovia BR-135, de onde seguiu para o município de Timon, onde outra ordem de serviço autorizou o início das obras de pavimentação de trecho da BR-226 e do contorno da cidade, referente à BR-316. Na ocasião, Quintella também percorreu 25 quilômetros da BR-135, além de visitar o Porto de Itaqui, na capital.

 

Para a duplicação do trecho da BR-135, o governo federal investirá R$ 66,5 milhões. Deste valor, R$ 25 milhões já foram empenhados no final de dezembro de 2016. O trecho, compreendido entre o povoado de Outeiro e a cidade Miranda do Norte, possui de 32,1 quilômetros. O trecho de 44,7 quilômetros, entre Bacabeira e Outeiro, está em fase de contratação e, em breve, terá ordem de serviço decretada. A expectativa é de que em três meses as obras no local sejam iniciadas.

 

Em Timon, a pavimentação asfáltica cobrirá 111,5 quilômetros das rodovias BR-226 e BR-316 no município. Este é o último trecho sem pavimento entre as capitais São Luís (MA) e Teresina (PI). Para estas obras, será gasto o total de R$ 88,5 milhões. Deste valor, o Ministério já empenhou R$ 42,8 milhões, além da previsão de R$ 50 milhões referente ao orçamento de 2017.

 

Os valores já empenhados, para ambas as obras, conferem o início imediato das obras pela empresa vencedora dos processos de licitação, a Hytec.

 

DISCURSO BR 226“Estamos começando as ações do Ministério deste ano, especialmente, pelo Nordeste, onde, há décadas, a falta de infraestrutura tem sido uma das grandes responsáveis pelas mazelas sociais que assolam os estados da região. As cidades do interior são especialmente atingidas pelas dificuldades de acesso, o que têm causado o atraso do desenvolvimento socioeconômico de diversos municípios”, destacou o ministro.

 

As obras nas rodovias, além de proporcionar maior segurança e trafegabilidade e diminuir os preços de fretes, serão responsáveis por intensificar a integração regional. No caso da BR-226, com o asfaltamento do trecho, 37 cidades maranhenses ficarão ainda mais próximas, em razão do encurtamento do tempo de viagem entre elas.

 

Considerada uma área de risco, o trecho da BR-135 que será duplicado tornará o percurso mais seguro para o turismo e para o transporte de cargas. A obra, paralisada durante 4 anos, foi retomada e tem previsão de entrega em meados de 2017.

 

O ministro também conferiu a situação da Ponte do Estreito dos Mosquitos, na BR-135. Em razão de rachaduras apresentadas na estrutura, Quintella declarou estado de emergência para os reparos do segmento. Segundo ele, simultaneamente à realização destas obras, será feito o projeto para a recuperação total da Ponte.

 

Visitas técnicas – Na chegada em São Luís, o ministro Quintella fez uma vistoria no trecho de 25 quilômetros da BR-135 até Bacabeira. Após o ato de assinatura da ordem de serviço, seguiu para o Porto de Itaqui para conhecer as obras de construção do Berço 108, onde foram investidos R$ 70 milhões.

 

PORTO ITAQUI

 

As obras para o novo Berço compreendem em ponte de acesso, plataformas de transição e operações, passarelas de ligação, píer para rebocadores e dolfins de atracação e amarração para navios de grande porte, de até 91.671 TPB (tonelada porte bruto). A entrega do novo Berço ampliará a capacidade de movimentação de granéis líquidos em 40%.

 

Segundo o ministro Quintella, as obras no estado têm grande relevância para o eixo Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), uma vez que irão melhorar o tráfego entre os estados e a fluidez do escoamento de produção da região. “O Maranhão é um estado estratégico para a redistribuição logística do país, atraindo mais investidores para a utilização do corredor norte, equilibrando a matriz logística que ainda utiliza os portos mais ao sul para saída de bens e insumos do país”, afirmou.




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