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Índice de Estoques atinge 105,3 pontos e 52,5% dos empresários consideram reservas adequadas
23 de Janeiro de 2018 - 05:30 horas / Fecomercio

O Índice de Estoques (IE) do comércio varejista na cidade de São Paulo subiu 2,2%, ao passar de 103 pontos em dezembro de 2017 para 105,3 pontos em janeiro. Na comparação anual, a alta foi de 3,2%. Essa melhora no nível de estoques das lojas é resultado do bom desempenho das vendas de Natal, que consolidaram o ano de recuperação econômica, cenário também mostrado por outros indicadores da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e que deve permanecer ao longo de 2018.

 

Os dados compõem o Índice de Estoques (IE), da FecomercioSP, que capta a percepção dos varejistas sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, e varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

 

A proporção de empresários que considera seu nível de estoques adequado alcançou 52,5%, mantendo-se acima dos 50% pelo nono mês consecutivo, mas ainda abaixo da média histórica pré-crise, de 60%. Houve alta de 1 p.p. em relação a dezembro e de 1,8 p.p. na comparação com janeiro de 2017. A parcela de empresários que declararam ter estoques excessivos caiu 0,6 p.p. em relação ao mês anterior, atingindo 31,8%. Já 15,5% consideram seus estoques insuficientes, queda de 0,5 p.p. na mesma base de comparação.

 

De acordo com a assessoria econômica da Federação, o ajuste lento e gradual do patamar de estoques - que ainda continua elevado, mas tende a continuar caindo em média - e as vendas de Natal foram os responsáveis pela melhora do índice. A expectativa da FecomercioSP é que os estoques excedentes tenham uma boa redução por ocasião das liquidações de janeiro e, ao fim do primeiro trimestre do ano, estejamos comemorando a volta à normalidade depois de muito tempo.

 

A Entidade reforça que 2018 promete voltar aos tempos de crescimento econômico e de consumo relevantes, após quatro anos de inanição econômica.




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