Quem Somos | Comercial | Diretoria Adjunta | Mantenedores |  Parcerias  | Agenda do Presidente | Imprensa | Contato | Editorial |
HOME | NÚCLEO OPERACIONAL
 


Número de habilitados para dirigir caminhão cai quase 9% no Rio Grande do Sul
15 de Maio de 2017 - 05:14 horas / G1 – Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul registrou uma diminuição no número de motoristas profissionais, conforme apontam dados repassados pelo Detran gaúcho um ano depois de entrar em vigor a lei que exige o exame toxicológico para a renovação das carteiras de habilitação para caminhões, ônibus e carretas.

 

A maior redução foi nas habilitações para dirigir caminhão, que em um ano diminuíram 8,99%. Segundo o Detran-RS, cerca de 30 mil motoristas não renovaram o documento. Para dirigir ônibus, a queda foi de 2%, e só o número de motoristas de carreta se manteve estável.

 

Motoristas alegam que preferem rebaixar a categoria da carteira a pagar o valor do exame toxicológico. "Sairia quase R$ 500. Melhor ficar sem dirigir caminhão, fica bem mais em conta", afirma o promotor de vendas Ronilto Ribeiro Bento, que pagou apenas os R$ 220 para renovar a carteira de carro e moto.
Desde março do ano passado, o exame toxicológico é cobrado para a renovação da habilitação. Normalmente, isso acontece a cada cinco anos. Nas autoescolas, já é possível notar a mudança de comportamento dos motoristas.

 

"Podemos dizer que a cada dez motoristas, um pelo menos pergunta para nós se é possível fazer o rebaixamento de categoria", conta o diretor de um Centro de Formação de Condutores (CFC), Frank Pierson.

 

No início, o exame chegou a custar quase R$ 400, mas hoje alguns laboratórios cobram R$ 220. A análise é feita em cabelos e pelos dos pacientes e fica pronta em 15 dias. O resultado é informado ao Detran-RS pelos laboratórios credenciados.

 

"As drogas, no caso, seriam a maconha, anfetamina, cocaína, o crack, opiáceos, e seus derivados também. Então, se houver o consumo dessas drogas num período de 90 a 180 dias, dependendo da amostra, vai ser detectado", explica a farmacêutica bioquímica Ana Cláudia Cirne Berndt.

 

Apesar do alto custo, parte dos motoristas é favorável a lei. "Acho que deveria haver uma periodicidade maior com relação aos exames, haja vista que envolve segurança de motoristas e pessoas que transitam nas rodovias", afirma o rebocador de aeronaves Ronil Luiz Souza.




NOVIDADES