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Um ano ruim como o de 2016 não se repetirá
30 de Janeiro de 2017 - 04:15 horas / Isto é Dinheiro

O executivo paulistano Roberto Leoncini foi convidado, no ápice do setor, em 2014, a comandar as operações de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz no País. O desafio, naquela época, era garantir as entregas em um mercado fervilhante. Mas tudo mudou. A troca de emprego coincidiu com o início de um dos mais agudos ciclos de queda da história da indústria brasileira. O setor de veículos pesados, que vendia aproximadamente 170 mil unidades por ano, fechou 2016 em um patamar de 47 mil. “O volume de vendas regrediu a níveis de 20 anos atrás, mas com os custos de 2017”, afirma. O cenário apocalíptico para as montadoras, no entanto, é apenas uma imagem no retrovisor, na opinião do executivo. “As coisas ainda não melhoraram, mas o ambiente de negócios está mais positivo”, diz Leoncini.

 

Acompanhe, aqui, sua entrevista.




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